Rick Sollo aciona a Justiça para cobrar dívida e suposto devedor reage cobrando o dobro do sertanejo
03/03/2022 10:58 em Entretenimento

EXCLUSIVO: O cantor sertanejo Rick Sollo abriu um processo contra um suposto devedor e acabou sendo surpreendido com uma ação judicial de volta

Após tentar vender uma de suas mansões pela quantia de R$ 11 milhões, o cantor sertanejo Rick Sollo, da dupla Rick e Renner, acionou a Justiça com o objetivo de receber uma quantia de R$ 69 mil de um suposto devedor, mas agora o suposto devedor quer cobrar o dobro dele. A ação judicial foi aberta ainda em 2018, e o sertanejo, que já chegou a receber ajuda de Zezé Di Camargo no início da carreira, explicou no ato que o valor devido era referente à um empréstimo feito em 2010, no valor de R$ 70 mil.

De acordo com o processo, o cantor afirmou que o suposto devedor pagaria o empréstimo a medida em que fosse fechando contratos para shows da dupla Rick e Renner, entretanto, segundo Rick, parte do valor teria ficado em aberto, algo em torno de R$ 23 mil, que, atualizados, somam o valor de R$ 69.457,74.

O artista, convicto da existência do negócio jurídico, moveu uma ação monitória, ou seja, um procedimento especial de cobrança de uma dívida que evita todo o trâmite de uma execução judicial. No entanto, para a surpresa do cantor que tem grandes hits como “Ela é demais” e “Muleca”, o suposto devedor, ao se defender na ação, apresentou “embargos monitórios”, ou seja, disse à Justiça que não conhecia a dívida, e que os documentos juntados por Rick não eram suficientes para aquela ação.

Além da resposta, o devedor acabou movendo uma reconvenção, pedindo o dobro da quantia que Rick estava o cobrando: R$ 138.915,48. A Justiça analisou os pedidos, tomou uma decisão e extinguiu a ação monitória movida por Rick. Em defesa, o advogado de Rick explicou que a decisão que extinguiu a ação monitoria “em momento algum afirmou que a dívida não existe”, mas que os “documentos não eram suficientes para ação monitória”.

Rick ainda afirma que “ao buscar o pagamento em dobro, tenta se valer da própria torpeza para obter vantagem indevida”. O caso corre na 1ª Vara Cível de Itú, São Paulo, e ainda não foi julgado

Fonte: Movimento Cowntry

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